O evento decorre
de 2
a 12 de
agosto e é dedicado ao reinado de D. Sancho I e em cada dia será recriado um
episódio distinto da governação do segundo monarca português, na viragem do
século XII para o XIII.
A 16.ª recriação histórica "Viagem Medieval em Terra de Santa
Maria", de 02
a 12 de
agosto, em 33
hectares do
centro da Feira, apresenta-se com "o mesmo entusiasmo da primeira vez - só
que melhor", anuncia a organização.
A garantia é do
administrador executivo da empresa municipal Feira Viva. Paulo Sérgio Pais assegura que é com essa mentalidade
que estão a ser ultimados os preparativos da edição que, este ano, envolve
1.500 performances de animação, mais de 2.000 pessoas diariamente ao serviço da
iniciativa, 50 grupos e coletividades participantes, cerca de 230 espaços de mercado
e restauração, 350 voluntários e, numa perspetiva mais estética, 3.000 trajes
de época e 17
quilómetros de fitas decorativas em espaço urbano.
A edição de 2012
é dedicada ao reinado de D. Sancho I e em cada dia da Viagem será recriado um
episódio distinto da governação do segundo monarca português, na viragem do
século XII para o XIII.
O surto de peste na Feira, a tenência do castelo por D.
Dulce de Aragão, a anulação papal do casamento de D. Afonso IX com a filha de
D. Sancho e os relacionamentos do rei com as suas amantes são tema de alguns
dos 10 espetáculos que a Feira Viva produziu especificamente para dar a
conhecer os episódios mais relevantes do período em que viveu "O
Povoador".
As
grandes produções do dia de abertura são "A Investida", que, às
23:15, leva às margens do Rio Cáster o cenário típico das manobras para
conquista de território, e também "Mezcla", que, às 23:59, revela na
zona da Piscina Municipal o "ambiente místico" dos rituais do fogo.
Já
do dia 03 em diante, as expectativas recaem sobre "In Illo Tempore",
o espetáculo de encerramento que, todas as noites às 00:45, leva às escadarias
da Igreja Matriz uma reflexão sobre os Quatro Elementos e a essência da vida do
Homem.
"Tudo
é controlado da forma mais científica possível", afirma o responsável da
organização, "seja ao nível dos trajes, das encenações históricas ou de
atividades, como a dos artífices que estão à beira-rio a trabalhar ao
vivo".
A
zona ocupada por oficinas, como as de ferreiros, tintureiros, marceneiros e
cesteiros é, aliás, apenas uma das 24 áreas temáticas integradas no recinto da
Viagem, que, a propostas já habituais como os Banhos Públicos, a Liça, o Soukh,
o Moinho de Papel e o Lago dos Fe tiços, acrescenta este ano novidades como:
"O Segredo da Floresta", a nova produção para a mata das Guimbras;
"Castelo da Rainha D. Dulce", a nova oferta do ex-libris da Feira;
"Na sombra de meu pai", nos claustros do Convento dos Loios; e
"Pequenos Artistas", com que o Museu de Lamas explorará o potencial
estético da cortiça.
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informações aqui
Fonte: DN
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