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quarta-feira, 18 de abril de 2018

18 de Abril de 1506: É colocada a primeira pedra da Basílica de São Pedro em Roma

Basílica de São Pedro é uma grande basílica na Cidade do Vaticano, em Roma. Cobre uma área de 23000 m² e pode albergar mais de 60 mil pessoas. A construção começou em 1506 e terminou em 1626 sendo parcialmente erguida com dinheiro angariado pela venda de indulgências decretada pelo Papa Leão X. O edifício actual, com estrutura renascentista e barroca, foi erguido sobre outro edifício levantado por ordem do imperador Constantino em 319 sobre o túmulo do apóstolo São Pedro, como memorial. A escolha do sítio e a inclusão do túmulo não só exigiu que o edifício fosse orientado para oeste, mas também que a necrópole antiga fosse alterada, sendo construídas muralhas de suporte para criar uma enorme base que servisse como alicerce. Na plataforma, construiu-se então a basílica, com nave central e quatro naves laterais, ricamente adornada com frescos e mosaicos e um grande átrio dianteiro, com colunas. Muitas vezes alterado e restaurado, o edifício de Constantino, conhecido como velha igreja de São Pedro, sobreviveu até o início do século XVI. No pontificado de Júlio II decidiu-se derrubar a igreja velha e a 18 de Abril de 1506, Bramante recebeu o encargo de desenhar a nova. Os seus planos eram de um edifício centralmente planificado, com uma cúpula colocada sobre o centro de uma cruz grega (com braços de idêntico tamanho), forma que correspondia aos ideais da Renascença por copiar a de um mausoléu da antiguidade.
Um século mais tarde o edifício ainda não estava terminado. A Bramante sucederam, como arquitectos, Rafael, Fra Giocondo, Giuliano da Sangallo, Baldassare Peruzzi, Antonio da Sangallo. O Papa Paulo III  em 1546 entregou a direcção dos trabalhos a Miguel Ângelo. Este, aos 72 anos, deixou-se fascinar pela cúpula, concentrando nela os seus esforços, mas não conseguiu completá-la antes da sua morte em 1564. Graças aos seus planos e a um modelo em madeira, o seu sucessor Giacomo della Porta foi capaz de terminá-la com ligeiras modificações, apenas. O modelo segue o da famosa cúpula que Brunelleschi ergueu na catedral de Florença e cria impressão de grande imponência. A diferença é que, ao contrário do que Miguel Ângelo planeou, não se trata de uma cúpula semicircular mas afunilada, criando um movimento de impulso para cima até culminar na lanterna cujas janelas, inseridas em fendas entre duas colunas, deixam a luz inundar o interior. Terminada em 1590, ainda é uma das maravilhas da arquitectura ocidental. Vignola, Pirro Ligorio, Giacomo della Porta continuaram os trabalhos na basílica. Mudanças na liturgia, introduzidas pelo Concílio de Trento, tornaram necessárias outras mudanças sob o pontificado do Papa Paulo V (1605 a 1621), que encarregou Carlo Maderno de alargar para  leste o edifício, aumentando a nave e criando assim uma cruz latina. Completou também em 1614 a famosa fachada. O Papa Urbano VIII dedicou a nova igreja em 18 de Novembro de 1626, precisamente 1.300 anos depois da data em que a primeira basílica fora dedicada. Em 1629, Gian Lorenzo Bernini, então o arquitecto principal, começou a construir as torres sineiras na fachada, que ruiram por deficiências estruturais. Trinta anos mais tarde Bernini redesenharia a Praça de São Pedro, alterando alguns aspectos projectados por Miguel Ângelo e, sobretudo, unificando todos os edifícios num conjunto harmonioso.
Fontes:
Basílica de S. Pedro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia

Ficheiro:Giovanni Paolo Panini - Interior of St. Peter's, Rome.jpg
Pintura do interior da Basílica (1731) - Giovanni Paolo Panini


Ficheiro:Pope Julius II.jpg
Papa Júlio II - RafaelFicheiro:SaintPierre.svg
A planta de Bramante

Ficheiro:L-Kuppel-Petersdom.png
Corte esquemático e planta actual

Vista da Basílica de São Pedro

terça-feira, 18 de abril de 2017

18 de Abril de 1506: É colocada a primeira pedra da Basílica de São Pedro em Roma

Basílica de São Pedro é uma grande basílica na Cidade do Vaticano, em Roma. Cobre uma área de 23000 m² e pode albergar mais de 60 mil pessoas. A construção começou em 1506 e terminou em 1626 sendo parcialmente erguida com dinheiro angariado pela venda de indulgências decretada pelo Papa Leão X. O edifício actual, com estrutura renascentista e barroca, foi erguido sobre outro edifício levantado por ordem do imperador Constantino em 319 sobre o túmulo do apóstolo São Pedro, como memorial. A escolha do sítio e a inclusão do túmulo não só exigiu que o edifício fosse orientado para oeste, mas também que a necrópole antiga fosse alterada, sendo construídas muralhas de suporte para criar uma enorme base que servisse como alicerce. Na plataforma, construiu-se então a basílica, com nave central e quatro naves laterais, ricamente adornada com frescos e mosaicos e um grande átrio dianteiro, com colunas. Muitas vezes alterado e restaurado, o edifício de Constantino, conhecido como velha igreja de São Pedro, sobreviveu até o início do século XVI. No pontificado de Júlio II decidiu-se derrubar a igreja velha e a 18 de Abril de 1506, Bramante recebeu o encargo de desenhar a nova. Os seus planos eram de um edifício centralmente planificado, com uma cúpula colocada sobre o centro de uma cruz grega (com braços de idêntico tamanho), forma que correspondia aos ideais da Renascença por copiar a de um mausoléu da antiguidade.
Um século mais tarde o edifício ainda não estava terminado. A Bramante sucederam, como arquitectos, Rafael, Fra Giocondo, Giuliano da Sangallo, Baldassare Peruzzi, Antonio da Sangallo. O Papa Paulo III  em 1546 entregou a direcção dos trabalhos a Miguel Ângelo. Este, aos 72 anos, deixou-se fascinar pela cúpula, concentrando nela os seus esforços, mas não conseguiu completá-la antes da sua morte em 1564. Graças aos seus planos e a um modelo em madeira, o seu sucessor Giacomo della Porta foi capaz de terminá-la com ligeiras modificações, apenas. O modelo segue o da famosa cúpula que Brunelleschi ergueu na catedral de Florença e cria impressão de grande imponência. A diferença é que, ao contrário do que Miguel Ângelo planeou, não se trata de uma cúpula semicircular mas afunilada, criando um movimento de impulso para cima até culminar na lanterna cujas janelas, inseridas em fendas entre duas colunas, deixam a luz inundar o interior. Terminada em 1590, ainda é uma das maravilhas da arquitectura ocidental. Vignola, Pirro Ligorio, Giacomo della Porta continuaram os trabalhos na basílica. Mudanças na liturgia, introduzidas pelo Concílio de Trento, tornaram necessárias outras mudanças sob o pontificado do Papa Paulo V (1605 a 1621), que encarregou Carlo Maderno de alargar para  leste o edifício, aumentando a nave e criando assim uma cruz latina. Completou também em 1614 a famosa fachada. O Papa Urbano VIII dedicou a nova igreja em 18 de Novembro de 1626, precisamente 1.300 anos depois da data em que a primeira basílica fora dedicada. Em 1629, Gian Lorenzo Bernini, então o arquitecto principal, começou a construir as torres sineiras na fachada, que ruiram por deficiências estruturais. Trinta anos mais tarde Bernini redesenharia a Praça de São Pedro, alterando alguns aspectos projectados por Miguel Ângelo e, sobretudo, unificando todos os edifícios num conjunto harmonioso.
Fontes:
Basílica de S. Pedro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia

Ficheiro:Giovanni Paolo Panini - Interior of St. Peter's, Rome.jpg
Pintura do interior da Basílica (1731) - Giovanni Paolo Panini



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Papa Júlio II - RafaelFicheiro:SaintPierre.svg
A planta de Bramante

Ficheiro:L-Kuppel-Petersdom.png
Corte esquemático e planta actual

Vista da Basílica de São Pedro

domingo, 19 de março de 2017

19 de Março de 1882: É colocada a primeira pedra na igreja da Sagrada Família de Barcelona

O propósito de construir um templo expiatório dedicado à Sagrada Família em uns novos terrenos do Eixample barcelonês foi do livreiro Josep Maria Bocabella, para o que fundou a Associação de Devotos de São José. Para isso foi adquirido um quarteirão inteiro do Eixample num lugar conhecido como El Poblet, perto do Camp de l'Arpa, em Sant Martí de Provençals, entre as ruas Provença, Maiorca, Marina e Sardenya.
O projeto foi entregue em primeiro lugar a Francisco de Paula del Villar y Lozano, que propôs um conjunto neogótico, recusando a sugestão de Bocabella de fazer uma réplica do Santuário da Santa Casa de Loreto . O projeto de Villar consistia numa igreja de três naves, com os elementos típicos do gótico, como os vitrais alveolados, os contrafortes exteriores e um alto campanário em forma de agulha. A primeira pedra foi colocada a 19 de Março de 1882, dia de São José, com a presença do então bispo de Barcelona José María Urquinaona. Gaudí assistiu à cerimónia, já que tinha trabalhado como ajudante de Villar em vários projetos. As obras não se iniciaram até 25 de Agosto de 1883, sendo adjudicadas ao empreiteiro Macari Planella i Roura.
 O risco deste templo deve-se pois ao génio criativo do arquiteto catalão Antoni Gaudí, que aplica os ideias da Arte Nova à arquitetura religiosa. O artista está ligado a uma vertente mais arquitetónica e orgânica da Arte Nova, procurando captar todos os elementos naturais de uma forma muito precisa. Aqui todos os pormenores são imbuídos de simbolismo. A decoração inspira-se em elementos neogóticos (agulhas das torres em forma de espigas de milho, rendilhado nas bandeiras dos vãos), elementos barrocos (as estruturas funcionais passam a ser meramente decorativas) e elementos mouriscos (utilização da cor e do tijolo vidrado). Mas a grande contribuição de Gaudí foi no campo da estática com a supressão dos contrafortes através de um hábil sistema de descarga de forças. Assim, o peso da abóbada central (de forma hiperbólica côncava) não se distribui sob forma de pressão descendente e lateral, como acontecia na arquitetura gótica. A utilização de superfícies parabólicas e hiperbólicas resulta no escoramento quase vertical das colunas, que, por estarem levemente inclinadas, recebem a restante pressão lateral. Para termos uma ideia da grandeza do projeto da Sagrada Família, basta referir que tem 12 campanários de 100 m de altura cada, 5 cúpulas e um coro de 14 m de altura para 2200 cantores, que podem ser ouvidos no interior e no exterior.             
 Sagrada Família (Barcelona). In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2014. 
 wikipedia(imagens)




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Ficheiro:Sagrada Familia (Villar).jpg
Projeto neogótico de Francisco de Paula del Villar y Lozano
 Ficheiro:Sagrada Familia 1915.jpg
A Sagrada Família em 1915
Ficheiro:Sagrada Familia (maqueta).jpg
Maquete da Sagrada Família

segunda-feira, 18 de abril de 2016

18 de Abril de 1506: É colocada a primeira pedra da Basílica de São Pedro em Roma

Basílica de São Pedro é uma grande basílica na Cidade do Vaticano, em Roma. Cobre uma área de 23000 m² e pode albergar mais de 60 mil pessoas. A construção começou em 1506 e terminou em 1626 sendo parcialmente erguida com dinheiro angariado pela venda de indulgências decretada pelo Papa Leão X. O edifício actual, com estrutura renascentista e barroca, foi erguido sobre outro edifício levantado por ordem do imperador Constantino em 319 sobre o túmulo do apóstolo São Pedro, como memorial. A escolha do sítio e a inclusão do túmulo não só exigiu que o edifício fosse orientado para oeste, mas também que a necrópole antiga fosse alterada, sendo construídas muralhas de suporte para criar uma enorme base que servisse como alicerce. Na plataforma, construiu-se então a basílica, com nave central e quatro naves laterais, ricamente adornada com frescos e mosaicos e um grande átrio dianteiro, com colunas. Muitas vezes alterado e restaurado, o edifício de Constantino, conhecido como velha igreja de São Pedro, sobreviveu até o início do século XVI. No pontificado de Júlio II decidiu-se derrubar a igreja velha e a 18 de Abril de 1506, Bramante recebeu o encargo de desenhar a nova. Os seus planos eram de um edifício centralmente planificado, com uma cúpula colocada sobre o centro de uma cruz grega (com braços de idêntico tamanho), forma que correspondia aos ideais da Renascença por copiar a de um mausoléu da antiguidade.
Um século mais tarde o edifício ainda não estava terminado. A Bramante sucederam, como arquitectos, Rafael, Fra Giocondo, Giuliano da Sangallo, Baldassare Peruzzi, Antonio da Sangallo. O Papa Paulo III  em 1546 entregou a direcção dos trabalhos a Miguel Ângelo. Este, aos 72 anos, deixou-se fascinar pela cúpula, concentrando nela os seus esforços, mas não conseguiu completá-la antes da sua morte em 1564. Graças aos seus planos e a um modelo em madeira, o seu sucessor Giacomo della Porta foi capaz de terminá-la com ligeiras modificações, apenas. O modelo segue o da famosa cúpula que Brunelleschi ergueu na catedral de Florença e cria impressão de grande imponência. A diferença é que, ao contrário do que Miguel Ângelo planeou, não se trata de uma cúpula semicircular mas afunilada, criando um movimento de impulso para cima até culminar na lanterna cujas janelas, inseridas em fendas entre duas colunas, deixam a luz inundar o interior. Terminada em 1590, ainda é uma das maravilhas da arquitectura ocidental. Vignola, Pirro Ligorio, Giacomo della Porta continuaram os trabalhos na basílica. Mudanças na liturgia, introduzidas pelo Concílio de Trento, tornaram necessárias outras mudanças sob o pontificado do Papa Paulo V (1605 a 1621), que encarregou Carlo Maderno de alargar para  leste o edifício, aumentando a nave e criando assim uma cruz latina. Completou também em 1614 a famosa fachada. O Papa Urbano VIII dedicou a nova igreja em 18 de Novembro de 1626, precisamente 1.300 anos depois da data em que a primeira basílica fora dedicada. Em 1629, Gian Lorenzo Bernini, então o arquitecto principal, começou a construir as torres sineiras na fachada, que ruiram por deficiências estruturais. Trinta anos mais tarde Bernini redesenharia a Praça de São Pedro, alterando alguns aspectos projectados por Miguel Ângelo e, sobretudo, unificando todos os edifícios num conjunto harmonioso.
Fontes:
Basílica de S. Pedro. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia
Ficheiro:Pope Julius II.jpg
Papa Júlio II - RafaelFicheiro:SaintPierre.svg
A planta de Bramante

Ficheiro:Giovanni Paolo Panini - Interior of St. Peter's, Rome.jpg
Pintura do interior da Basílica (1731) - Giovanni Paolo Panini
Ficheiro:L-Kuppel-Petersdom.png
Corte esquemático e planta actual

Vista da Basílica de São Pedro

sábado, 27 de dezembro de 2014

27 de Dezembro de 537: O Imperador Justiniano I inaugura a nova basílica de Santa Sofia

O imperador Justiniano I, juntamente com o patriarca Eutíquio de Constantinopla, inauguraram a basílica de Santa Sofia em 27 de Dezembro de 537 com pompa e circunstância.
Em 23 de Fevereiro de 532, apenas alguns dias depois da destruição da segunda basílica, Justiniano I decidiu construir uma terceira, completamente diferente, maior e muito mais majestosa que as suas antecessoras.

Justiniano escolheu o médico Isidoro de Mileto e o matemático Antémio de Trales como arquitectos, mas Antémio morreu ainda no primeiro ano da empreitada. A construção foi descrita na obra "Sobre Edifícios" do historiador bizantino Procópio. O imperador mandou buscar materiais de construção de todo o império - colunas helénicas retiradas do Templo de Artemis, em Éfeso - uma das Sete Maravilhas do Mundo - , grandes blocos de pórfiro de pedreiras no Egipto, mármores verdes da Tessália, pedras negras do Bósforo e amarelas da Síria. Mais de 10 mil pessoas foram empregadas na construção. A nova igreja foi logo reconhecida como um grande feito de engenharia e arquitectura. Santa Sofia tornou-se então a sede do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla e o local preferido para realização de cerimónias oficiais do Império Bizantino.
A Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia (Sagrada Sabedoria) é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla, actual Istambul, Turquia. De 1204 a 1261 foi convertida em catedral católica romana durante o Patriarcado Latino de Constantinopla que se seguiu ao saque da capital imperial pela Quarta Cruzada. O edifício foi uma mesquita entre 1453 e 1931, quando foi secularizada. Reabriu como museu em 1 de Fevereiro de 1935.
A igreja foi dedicada ao Logos, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, com a festa de dedicação realizada em 25 de Dezembro, data em que se comemora o Nascimento de Jesus, a encarnação do Logos em Cristo. Embora seja chamada de "Santa Sofia", como se fosse dedicada a Santa Sofia, sophia é a transliteração fonética em latim da palavra grega para "sabedoria".
Famosa principalmente pela sua enorme cúpula, é considerada o epítome da arquitectura bizantina e é tida como tendo "mudado a história da arquitectura." Foi a maior catedral do mundo por quase mil anos, até que a Catedral de Sevilha fosse completada em 1520.

A igreja continha uma grande colecção de relíquias e tinha, entre outras coisas, uma iconóstase de 15 metros de altura em prata. Era a sede do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla e o ponto central da Igreja Ortodoxa por quase mil anos. Foi ali que o cardeal Humberto excomungou, em 1504, o patriarca Miguel I Cerulário, iniciando o Grande Cisma do Oriente, que perdura até hoje.

Em 1453, Constantinopla foi conquistada pelo Império Otomano chefiado pelo sultão Mehmed II que em seguida ordenou que o edifício fosse convertido numa mesquita. Os sinos, o altar, a iconóstase e os vasos sagrados foram removidos e diversos mosaicos, cobertos. Diversas características islâmicas, como o mihrab, o minbar e os quatro minaretes, foram adicionadas durante esse período. Permaneceu como mesquita até 1931, quando Kemal Ataturk ordenou que fosse secularizada. Permaneceu fechada ao público por quatro anos e reabriu em 1935 já como museu da recém-criada República da Turquia. Uma missão da Unesco em 1993 notou revestimentos de mármore sujos, janelas quebradas, pinturas decorativas danificadas pela humidade. Desde então a limpeza e o restauro têm sido empreendidos.

Fontes: Opera Mundi
wikipedia (imagens)

O interior de Santa Sofia

O interior da Basílica de Santa Sofia por John Singer Sargent,1891