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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

83º Aniversário do nascimento de Paula Rego

Pintora portuguesa radicada em Inglaterra, Paula Figueroa Rego nasceu a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa. Formou-se na Slade School of Art e, nos inícios dos anos 60 do século XX, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. A sua primeira aparição perante o público lisboeta deu-se em 1961, na II Exposição da Gulbenkian, tendo o seu trabalho sido bem acolhido pela crítica. O surrealismo e o expressionismo influenciaram estes primeiros desenhos e colagens. Passou pelo movimento da pop art inglesa, conservando, contudo, uma temática muito pessoal. A leitura dos romances de Henry Miller marcou igualmente o seu percurso, ao abordar temas do imaginário erótico feminino. Em 1965 produziu vários trabalhos relacionados com acontecimentos chocantes da vida política ibérica - Cães de BarcelonaGorgonRetrato de GrimauManifesto por uma causa perdida, temática já anunciada em 1961 com Salazar a vomitar a Pátria. Faz uma leitura pessoal de outras obras de arte e das suas memórias, integradas em processos narrativos em que o mundo da infância aparece como um lugar lúdico de perversidade e algum humorismo. Esta "narratividade" acentua-se nos anos 80. Nos anos 90, assume a orientação figurativa de raiz temática portuguesa ou atinge ainda uma dimensão universal abordando a condição feminina (Série de mulher-cão, Marborough Gallery, 1992). Paula Rego nunca se desligou da vida artística portuguesa, expondo regularmente entre nós, mas também noutros países, como aconteceu, por exemplo, nas cidades de Amesterdão, Paris, Lima e Bruxelas. Também já representou o Reino Unido em certames como a Bienal de S. Paulo. Em maio de 1997, no Centro Cultural de Belém, foi inaugurada uma importante exposição retrospetiva da sua obra, com 136 trabalhos, cobrindo trinta e seis anos de carreira, e, em outubro de 2004, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, acolheu uma seleção da obra de Paula Rego, produzida desde 1997. Nesta mostra, de cerca de 150 obras, a artista apresentou, pela primeira vez, os desenhos preparatórios de algumas da suas pinturas, destacando a importância do desenho no seu trabalho.
Em 2001, foi publicado, numa edição limitada, numerada e assinada, o livro As Meninas, uma obra conjunta da artista e de Agustina Bessa-Luís.
Ao longo da sua carreira tem sido distinguida com vário prémios, como: Prémio Soquil (1971); TWSA Touring Exhibition, Newlyn Arts Centre, Penzance (1984); Prémio Benetton/Amadeo de Souza-Cardoso, Casa de Serralves, Porto (1987); Prémio Turner 89, Londres (1989); Prémio Bordalo da Casa da Imprensa 1997, Lisboa (1998); Prémio AICA'97, Lisboa (1998); Prémio de Consagração Celpa/Vieira da Silva (2001).
Fontes:Infopédia
wikipedia (imagens)
The Guardian

Agonia no Horto - Paula Rego

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

82º Aniversário do nascimento de Paula Rego

Pintora portuguesa radicada em Inglaterra, Paula Figueroa Rego nasceu a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa. Formou-se na Slade School of Art e, nos inícios dos anos 60 do século XX, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. A sua primeira aparição perante o público lisboeta deu-se em 1961, na II Exposição da Gulbenkian, tendo o seu trabalho sido bem acolhido pela crítica. O surrealismo e o expressionismo influenciaram estes primeiros desenhos e colagens. Passou pelo movimento da pop art inglesa, conservando, contudo, uma temática muito pessoal. A leitura dos romances de Henry Miller marcou igualmente o seu percurso, ao abordar temas do imaginário erótico feminino. Em 1965 produziu vários trabalhos relacionados com acontecimentos chocantes da vida política ibérica - Cães de BarcelonaGorgonRetrato de GrimauManifesto por uma causa perdida, temática já anunciada em 1961 com Salazar a vomitar a Pátria. Faz uma leitura pessoal de outras obras de arte e das suas memórias, integradas em processos narrativos em que o mundo da infância aparece como um lugar lúdico de perversidade e algum humorismo. Esta "narratividade" acentua-se nos anos 80. Nos anos 90, assume a orientação figurativa de raiz temática portuguesa ou atinge ainda uma dimensão universal abordando a condição feminina (Série de mulher-cão, Marborough Gallery, 1992). Paula Rego nunca se desligou da vida artística portuguesa, expondo regularmente entre nós, mas também noutros países, como aconteceu, por exemplo, nas cidades de Amesterdão, Paris, Lima e Bruxelas. Também já representou o Reino Unido em certames como a Bienal de S. Paulo. Em maio de 1997, no Centro Cultural de Belém, foi inaugurada uma importante exposição retrospetiva da sua obra, com 136 trabalhos, cobrindo trinta e seis anos de carreira, e, em outubro de 2004, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, acolheu uma seleção da obra de Paula Rego, produzida desde 1997. Nesta mostra, de cerca de 150 obras, a artista apresentou, pela primeira vez, os desenhos preparatórios de algumas da suas pinturas, destacando a importância do desenho no seu trabalho.
Em 2001, foi publicado, numa edição limitada, numerada e assinada, o livro As Meninas, uma obra conjunta da artista e de Agustina Bessa-Luís.
Ao longo da sua carreira tem sido distinguida com vário prémios, como: Prémio Soquil (1971); TWSA Touring Exhibition, Newlyn Arts Centre, Penzance (1984); Prémio Benetton/Amadeo de Souza-Cardoso, Casa de Serralves, Porto (1987); Prémio Turner 89, Londres (1989); Prémio Bordalo da Casa da Imprensa 1997, Lisboa (1998); Prémio AICA'97, Lisboa (1998); Prémio de Consagração Celpa/Vieira da Silva (2001).
Fontes:Infopédia
wikipedia (imagens)
The Guardian


Agonia no Horto - Paula Rego

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

81º Aniversário do nascimento de Paula Rego

Pintora portuguesa radicada em Inglaterra, Paula Figueroa Rego nasceu a 26 de janeiro de 1935, em Lisboa. Formou-se na Slade School of Art e, nos inícios dos anos 60 do século XX, foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. A sua primeira aparição perante o público lisboeta deu-se em 1961, na II Exposição da Gulbenkian, tendo o seu trabalho sido bem acolhido pela crítica. O surrealismo e o expressionismo influenciaram estes primeiros desenhos e colagens. Passou pelo movimento da pop art inglesa, conservando, contudo, uma temática muito pessoal. A leitura dos romances de Henry Miller marcou igualmente o seu percurso, ao abordar temas do imaginário erótico feminino. Em 1965 produziu vários trabalhos relacionados com acontecimentos chocantes da vida política ibérica - Cães de BarcelonaGorgonRetrato de GrimauManifesto por uma causa perdida, temática já anunciada em 1961 com Salazar a vomitar a Pátria. Faz uma leitura pessoal de outras obras de arte e das suas memórias, integradas em processos narrativos em que o mundo da infância aparece como um lugar lúdico de perversidade e algum humorismo. Esta "narratividade" acentua-se nos anos 80. Nos anos 90, assume a orientação figurativa de raiz temática portuguesa ou atinge ainda uma dimensão universal abordando a condição feminina (Série de mulher-cão, Marborough Gallery, 1992). Paula Rego nunca se desligou da vida artística portuguesa, expondo regularmente entre nós, mas também noutros países, como aconteceu, por exemplo, nas cidades de Amesterdão, Paris, Lima e Bruxelas. Também já representou o Reino Unido em certames como a Bienal de S. Paulo. Em maio de 1997, no Centro Cultural de Belém, foi inaugurada uma importante exposição retrospetiva da sua obra, com 136 trabalhos, cobrindo trinta e seis anos de carreira, e, em outubro de 2004, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto, acolheu uma seleção da obra de Paula Rego, produzida desde 1997. Nesta mostra, de cerca de 150 obras, a artista apresentou, pela primeira vez, os desenhos preparatórios de algumas da suas pinturas, destacando a importância do desenho no seu trabalho.
Em 2001, foi publicado, numa edição limitada, numerada e assinada, o livro As Meninas, uma obra conjunta da artista e de Agustina Bessa-Luís.
Ao longo da sua carreira tem sido distinguida com vário prémios, como: Prémio Soquil (1971); TWSA Touring Exhibition, Newlyn Arts Centre, Penzance (1984); Prémio Benetton/Amadeo de Souza-Cardoso, Casa de Serralves, Porto (1987); Prémio Turner 89, Londres (1989); Prémio Bordalo da Casa da Imprensa 1997, Lisboa (1998); Prémio AICA'97, Lisboa (1998); Prémio de Consagração Celpa/Vieira da Silva (2001).
Fontes:Infopédia
wikipedia (imagens)
The Guardian

Agonia no Horto - Paula Rego

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Inédito de Paula Rego exposto em Amarante

A "Rainha Santa Isabel", um pastel em papel colado sobre madeira (160x120 cm), é uma das principais atrações da exposição do 9º Prémio Amadeo de Souza-Cardoso que é inaugurada sábado, em Amarante.
Consagrada com o Grande Prémio Souza-Cardoso, a mostra da pintora portuguesa de renome internacional reúne 35 obras, entre as quais duas, de coleções particulares e raramente expostas.
De acordo com João Pinharanda, comissário da exposição patente ao público até 7 de dezembro, as restantes obras expostas são "de recorrências das décadas de 1960 a 2000", propriedade de instituições, galerias e particulares nacionais.
"Amarante tem a oportunidade de ver e dar a ver a obra de Paula Rego numa extensão rara fora dos grandes centros museológicos", refere João Pilharanda.
A pintura "Rainha Santa Isabel", da nova fase de trabalhos de Paula Rego, passa a integrar as coleções do Museu de Amarante.
Presente na exposição estarão ainda obras de Avelino Sá, distinguido com o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso que é atribuído de dois em dois anos pela Câmara Municipal de Amarante.    
Fonte: Expresso
Rainha Santa Isabe -Paula Rego

Rainha Santa Isabel é um inédito de 2013 de Paula Rego


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Exposição com a série "As Óperas", de Paula Rego inaugura em Cascais


Uma exposição com uma centena de obras de Paula Rego, entre as quais 14 da série "As Óperas", criada pela artista em 1983, é hoje inaugurada, às 19:00, na Casa das Histórias, em Cascais.
Esta é a primeira exposição a ser inaugurada após a assinatura, em abril, de um novo acordo entre a artista e a Câmara Municipal de Cascais, para a gestão do museu, no contexto da extinção da Fundação Paula Rego.
Ao contrário do previsto, a pintora não vai estar presente na inauguração, por motivos de saúde, disse à agência Lusa Nicholas Willing, filho da artista radicada em Londres.
Paula Rego "não está em condições de saúde para viajar neste momento, portanto não estará presente na inauguração da exposição", indicou Willing, acrescentando que a artista pediu ao antigo Presidente da República Jorge Sampaio, para "dizer algumas palavras" em seu nome.
Nicholas Willing representa a família na comissão paritária, criada na sequência da extinção da Fundação Paula Rego e da passagem da gestão da Casa das Histórias para a Câmara Municipal de Cascais.
A mostra "As Óperas" estava programada pela anterior diretora da Casa das Histórias, Helena de Freitas, que pediu demissão do museu em março, depois da passagem para a gestão municipal da entidade.
A nova mostra temporária da Casa das Histórias Paula Rego é inspirada nos libretos e na memória infantil das óperas favoritas da artista de 77 anos.
Esta série foi apresentada publicamente pela primeira vez, numa exposição de arte britânica, em Nova Iorque, intitulada "Eight in the Eighties", em 1983, ano em que foram criadas, "apenas em três meses".
Em abril deste ano, a pintora assinou em Londres, com o presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, um novo acordo para a gestão do acervo e da Casa das Histórias.
Nesse novo acordo, após a saída de 180 obras, ficaram na Casa das Histórias 574 obras doadas e mais 70 outras, em regime de comodato (empréstimo), num conjunto composto por pinturas e desenhos de Paula Rego, e também por pinturas de Victor Willing, marido da artista, falecido em 1988.
A comissão paritária é também composta Salvato Telles de Menezes, em representação da autarquia para acompanhar e aplicar as decisões do acordo.
A exposição "As Óperas" vai estar patente na Casa das Histórias até 29 de setembro.
Fontes: DN

Exposição com a série "As Óperas" inaugura em Cascais

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quadro oferecido por Paula Rego a amigo arrematado em leilão por quase 650 mil euros


Um quadro de Paula Rego que a pintora portuguesa tinha oferecido a um amigo em 1994 foi esta quarta-feira arrematado num leilão em Londres por 553.250 libras (646,2 mil euros).
Good Dog, de 1994, é uma tela pintada a pastel que mostra uma figura humana sentada no chão a olhar para o céu estrelado com duas ovelhas ao fundo.
Segundo as notas do catálogo da leiloeira Christie's, foi um presente a um "amigo próximo" no Natal de 1994, após a conclusão da série Dog Woman, que retrata mulheres em posições animalescas.
Este conjunto de trabalhos é, segundo a própria pintora, uma homenagem da artista ao marido, o também pintor Victor Willing, falecido em 1988.
Durante quase 19 anos ficou em ambiente privado, fora dos catálogos, livros ou exposições de Paula Rego, pelo que atraiu algum interesse na sala de leilão, com várias ofertas em concorrência.
O lance final acabou por ser de 460 mil libras (532 mil euros), valor ao qual são adicionadas várias comissões da leiloeira, ultrapassando assim a estimativa base, que estava situada entre 380 mil a 450 mil libras (440 mil a 522 mil euros).
O valor final ficou pouco aquém do recorde pessoal da artista, que em 2008 viu um quadro da mesma série, Baying, ser arrematado por 558.100 libras num leilão da Sotheby’s.
Uma outra obra da pintora portuguesa, Hyacinth - Reclining Hippo from Walt Disney’s Fantasia, de 1995, foi também vendida esta quarta-feira, por 421.250 libras (492 mil euros).
O quadro é um retrato grotesco de uma bailarina sentada numa cadeira, constituindo uma abordagem da pintora portuguesa ao filme Fantasia dos estúdios Disney e foi produzido para celebrar o centenário do cinema britânico.
Os leilões da noite normalmente atraem mais interesse porque oferecem os lotes mais desejáveis, tendo ido esta quarta-feira a hasta 30 obras de arte do pós-guerra e contemporânea.
Em destaque estavam quadros de Gerhard Richter, Peter Doig, Francis Bacon, David Hockney, Andy Warhol, Lucio Fontana e Damien Hirst.
O valor mais elevado da noite foi alcançado por um quadro de Jean-Michel Basquiat, arrematado por um preço final de 9.337.250 libras (10,906 milhões de euros)
O total da venda ascendeu a 81.668.850 libras (94,4 milhões de euros).
  Fonte: Público
"Good Dog" - Paula Rego (1994)
 


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Duas obras de Paula Rego em leilão na Christie’s


Um quadro de Paula Rego, nunca exposto publicamente, que a pintora portuguesa ofereceu a um amigo em 1994, vai quarta-feira a leilão em Londres, com uma avaliação de cerca de meio milhão de euros.
Um quadro de Paula Rego, nunca exposto publicamente, que a pintora portuguesa ofereceu a um amigo em 1994, vai quarta-feira a leilão em Londres, com uma avaliação de cerca de meio milhão de euros.
Good Dog (Bonito Cão), de 1994, é uma tela pintada a pastel que mostra uma figura humana sentada no chão, a olhar para o céu estrelado, com duas ovelhas ao fundo.
Segundo as notas do catálogo da leiloeira Christie’s, o quadro foi um presente de Paula Rego a um “amigo próximo”, no natal de 1994, após a conclusão da série Dog Woman (Mulher Cão), que retrata mulheres em posições animalescas.
Este conjunto de trabalhos é, segundo a própria pintora, uma homenagem da artista ao marido, o também pintor Victor Willing, falecido em 1988, e tornou-se especialmente apreciado por colecionadores, tendo outro quadro da série,Baying, sido arrematado, em 2008, por 558.100 libras, num leilão da Sotheby’s.
A directora de vendas nocturnas da Christie’s, Dina Amin, espera um interesse elevado por esta obra que, durante quase 19 anos, ficou em ambiente privado, fora dos catálogos, livros ou exposições de Paula Rego. A avaliação do quadro situa-se entre as 380 mil e as 450 mil libras (cerca de 440 mil a 522 mil euros).
Na mesma noite vai a leilão outra obra da pintora portuguesa, Hyacinth - Reclining Hippo from Walt Disney’s Fantasia, de 1995, avaliado entre as 400 mil e as 600 mil libras (perto de 464 mil a cerca de 695 mil euros). Este é um retrato grotesco de uma bailarina, sentada numa cadeira, abordagem da pintora portuguesa ao filme Fantasia, de Walt Disney.
O leilão de Arte do Pós-guerra e Contemporânea, que dura dois dias, é composto 30 obras, com destaque para Gerhard Richter, Jean-Michel Basquiat, Peter Doig, Francis Bacon, David Hockney, Andy Warhol, Lucio Fontana e Damien Hirst.
As duas obras da pintora estão em destaque no site da leiloeira online.
Fonte: Público
"Good Dog", 1994
"Hyacinth - Reclining Hippo from Walt Disney’s Fantasia", de 1995