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terça-feira, 18 de dezembro de 2018

18 de Dezembro de 1626: Nasce a Rainha Cristina da Suécia

A rainha Cristina I da Suécia nasceu a 18 de Dezembro de 1626  e faleceu a 19 de Abril de 1689. Foi rainha da Suécia grã duquesa da Finlândia e duquesa da Íngria, Estónia, Livónia e Carélia. Era a única filha legitima do rei Gustavo Adolfo da Suécia e da sua esposa, a princesa Maria Leonor de Brandemburgo. Sucedeu ao pai no trono da Suécia aos seis anos de idade, depois de este ser morto na Batalha de Lützen. Sendo filha de um protetcor do Protestantismo durante a Guerra dos Trinta Anos, causou um escândalo quando abdicou do trono e se converteu ao Catolicismo em 1654.
Cristina,  nascida em Estocolmo, dotada de grande inteligência e cultura, foi uma das figuras mais influentes na política europeia do século XVII. Assumiu o poder  após a regência de um conselho chefiado pelo estadista Axel Oxenstierna. A 15 de Março de 1633, Cristina tornou-se rainha aos seis anos de idade, recebendo a alcunha de "Menina Rei". Cristina foi educada como uma criança do estado. O teólogo Johannes Matthiae Gothus foi o seu tutor, dando-lhe lições sobre religião, filosofia, grego e latim. O chanceler Oxenstierna ensinou-lhe política e discutia Tácito com ela. Cristina parecia gostar de estudar dez horas por dia. Além de sueco, aprendeu alemão, dinamarquês, francês e italiano e o seu talento para aprender línguas era considerado único. Oxenstierna escreveu com orgulho sobre a adolescente de catorze anos, dizendo que "ela não é nada parecida com uma mulher" e que, pelo contrário, tinha "uma inteligência brilhante". A partir de 1638, Oxenstierna empregou uma trupe de ballet francesa dirigida por Antoine de Beaulieu para ensinar Cristina a mover-se mais graciosamente.
A sua conversão ao catolicismo (1654) e a recusa em contrair matrimónio motivaram a sua abdicação em favor do primo Carlos Gustavo, que subiu ao trono como Carlos X. Depois de abandonar a Suécia, transferiu-se para os Países Baixos e foi recebida em Roma pelo papa Alexandre VII. O amor à cultura levou-a a cercar-se dos artistas e sábios mais famosos de sua época, como René Descartes. Passou os últimos anos de vida em Roma, onde fundou a Academia dell'Arcadia, dedicada à filosofia e à literatura. Patrocinou vários artistas, como o compositor Alessandro Scarlatti e o escultor e arquitecto Bernini, e reuniu uma vasta colecção de livros e manuscritos, que seriam conservados pela Biblioteca do Vaticano.
Fontes:DEC
wikipedia(imagens)

Ficheiro:Queenchristine.jpg
A rainha Cristina quando subiu ao trono - Autor desconhecido
Ficheiro:Swedish queen Drottning Kristina portrait by Sébastien Bourdon stor.jpg
Retrato da Rainha Cristina - Sébastien Bourdon

Ficheiro:René Descartes i samtal med Sveriges drottning, Kristina.jpg
A Rainha Cristina (à esquerda) numa conversa com Descartes

terça-feira, 17 de julho de 2018

17 de Julho de 1859: Morre D. Estefânia, rainha consorte de D. Pedro V

Rainha de Portugal, era filha do príncipe Carlos António de Hohenzollern-Sigmaringen e de Josefina de Baden, a princesa Estefânia Frederica Guilhermina Antónia de Hohenzollern-Sigmaringen nasceu em Sigmaringen, na Alemanha, a 15 de Julho de 1837 e faleceu em 1859.


Por conselho da rainha Vitória de Inglaterra, sua parente, casou-se com o rei D. Pedro V de Portugal.  O casamento foi feito por procuração em 29 de Abril de 1858, na Igreja de Santa Hedwige em Berlim. O conde de Lavradio foi responsável pelo contrato do matrimónio. A 3 de Maio, D. Estefânia partiu de Düsseldorf, chegando de comboio a Ostende, de onde embarcou no barco a vapor "Mindelo" a Plymouth, Inglaterra. A corveta "Bartolomeu Dias" estava à sua espera para partir para a sua nova pátria.


A princesa Estefânia chegou à barra do Tejo no dia 17 de Maio de 1858, a bordo da corveta "Bartolomeu Dias". O pintor João Pedroso retratou sua chegada, e hoje o quadro está presente no Palácio Nacional da Ajuda.


Bela e instruída, D. Estefânia escreveu cartas íntimas à sua mãe em francês. Numa delas, critica a alta sociedade portuguesa: "Os portugueses têm o sentido do luxo e da pompa, mas não o da dignidade". Embora tivesse sentido saudades das margens do Reno e não gostado do calor e da aridez de Lisboa, D. Estefânia escreveu que apreciara Sintra e Mafra. A companhia do sogro, D. Fernando II, não lhe agradava.


Faleceu catorze meses depois, a 17 de Julho de 1859, aos 22 anos de idade, vítima de uma angina diftérica que contraiu quando visitou Vendas Novas.


O rei D. Pedro V cumpriu o desejo expresso pela rainha e mandou fundar um hospital com o seu nome em Lisboa, o D. Estefânia. Esta rainha era muito devota, tendo fama de ter sido muito bela e instruída.
Para D. Pedro V esta perda foi  trágica. O seu carácter taciturno, dado à angústia e depressão, agravaram-se cada vez mais, com um paliativo no trabalho e estudo desmesurados.


Apenas a caça o distraía, como disse uma vez a Rainha, e foi pela caça que acabou por encontrar a morte, poucos anos depois. Estando em vila Viçosa, com três dos seus irmãos, beberam água estagnada e conspurcada de um poço ou charca onde passaram. Pouco depois de regressarem, morreu o Infante D. Fernando, logo seguido do Rei D. Pedro e do Infante D. João. D. Luís estava fora, embarcado na “Bartolomeu Dias”, de que era comandante, quando recebeu a terrível notícia de que era Rei de Portugal.

Fontes: D. Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
wikipedia (Imagens)


Retrato de D. Estefânia por Karl Ferdinand Sohn

quarta-feira, 4 de julho de 2018

04 de Julho de 1336:Morre a Rainha Santa Isabel de Portugal

D. Isabel de Aragão, filha de Pedro III de Aragão e de D. Constança de Navarra, e neta de Jaime I, o Conquistador, terá nascido em Saragoça por volta de 1270 e morrido em Estremoz  a 4 de Julho no ano de 1336. Foi Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Dinis, tendo ficado conhecida por Rainha Santa Isabel.
Desde nova mostrou tendência para a meditação e solidão, rezas e jejuns. Entre os seus pretendentes contavam-se Eduardo I de Inglaterra, Roberto de Anjou e D. Dinis de Portugal. Foi este quem o seu pai escolheu pois oferecia-lhe desde logo um trono. O contrato de casamento foi concertado em 24 de Abril de 1281 e tinha a particularidade de ser o primeiro celebrado em Portugal com escritura antenupcial, segundo o direito romano. Por ele, a nova rainha recebeu Óbidos, Abrantes, Porto de Mós com todas as suas rendas, e ainda 12 castelos. O seu pai, por seu turno, dotou-a com 10 mil maravedis e joias. Ficou célebre o cortejo que acompanhou a nova rainha a Portugal depois do casamento, realizado por procuração na cidade de Barcelona em 1288. De Bragança, onde era aguardada pelo infante D. Afonso, a comitiva, onde se incorporavam nobres portugueses, seguiu para Trancoso onde D. Dinis a esperava e onde, a 24 de Junho, se realizou a cerimónia de casamento que os cronistas celebrizaram.


Em 1304 regressou à sua terra natal quando D. Dinis teve de se deslocar como medianeiro do conflito entre Fernando IV de Castela e Jaime II de Aragão. Também em Portugal era constante a sua presença junto do marido nas deslocações que este fazia pelo reino; esse facto trouxe-lhe grande popularidade junto do povo, pois nessas alturas dava esmolas aos pobres, a raparigas pobres e distribuía alimentos. Não se alheou dos problemas políticos nacionais, interferindo na guerra civil que opôs o rei ao príncipe herdeiro D. Afonso; acusada pelo marido de favorecer os interesses do filho foi mandada sob custódia para Alenquer. No entanto, continuou a interessar-se pelo problema e foi por sua influência directa que se assinou a paz de 1322; no ano seguinte evita o reacender da luta colocando-se entre os exércitos preparados para a batalha. Depois da morte de D. Dinis (1325) recolheu-se nos Paços de Santa Ana, junto a Santa Clara de Coimbra.
Até à sua morte promoveu uma série de obras pias fundando ou ajudando à fundação de hospitais (Coimbra, Santarém, Leiria), asilos e albergarias (Leiria, Odivelas), mosteiros, capelas (Convento da Trindade em Lisboa, claustro em Alcobaça, capelas em Leiria e Óbidos). Deixou em testamento grandes legados a muitas destas instituições. Foi sepultada por sua vontade no Convento de Santa Clara e, no século XVII, o seu corpo foi trasladado para o novo mosteiro fundado por D. João IV em substituição do antigo, ameaçado pelas águas do Mondego, e depositada num cofre de prata e cristal.
O povo, desde cedo, considerou-a santa, atribuindo-lhe inúmeros milagres. A pedido de D. Manuel I, foi beatificada por Leão X (15-4-1516) e, em 1625, foi canonizada por Urbano VIII.


Lenda do Milagre das Rosas


Conta a lenda que o rei D. Dinis foi informado sobre as acções de caridade da rainha D. Isabel e das despesas que implicavam para o tesouro real. Um dia, o rei decidiu surpreender a rainha numa das suas habituais caminhadas para distribuir esmolas e pão aos necessitados. Reparou que ela procurava disfarçar o que levava no regaço. D. Dinis perguntou à rainha onde ia e ela respondeu que se dirigia ao mosteiro para ornamentar os altares. Não satisfeito com a resposta, o rei mostrou curiosidade sobre o que ela levava no regaço. Após alguns momentos de atrapalhação, D. Isabel respondeu: "São rosas, meu senhor!". Desconfiado, o rei acusou-a de estar a mentir, uma vez que não era possível haver rosas em Janeiro. Obrigou-a, então, a abrir o manto e revelar o que estava escondido. A rainha Isabel mostrou, perante os olhos espantados de todos, as belíssimas rosas que guardava no regaço. Por milagre, o pão que levava escondido tinha-se transformado em rosas. O rei ficou sem palavras e acabou por pedir perdão à rainha que prosseguiu com a sua intenção. A notícia do milagre correu a cidade de Coimbra e o povo proclamou santa a rainha Isabel de Portugal.
Fontes:

Rainha Santa Isabel. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. 
Lenda do Milagre das Rosas . In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)


D. Dinis e D. Isabel de Aragão
Ficheiro:6- Rainha D. Isabel - A Santa.jpg
Isabel de Aragão
Arquivo: Rainha Santa Isabel, um Milagre das Rosas - 1540.jpg
O Milagre das Rosas - autor desconhecido 1540

Arquivo: Santa Isabel de Portugal.jpg
Francisco de Zurbarán, Santa Isabel de Portugal



quinta-feira, 28 de junho de 2018

28 de Junho de 1838: Coroação da rainha Vitória, do Reino Unido.

Alexandrina Vitória, filha de Vitória Maria Luísa, descendente do duque de Saxe-Coburgo-Saalfeld, e de Eduardo Augusto, duque de Kent, 4.° filho do rei Jorge III, nasceu no Palácio de Kensington, Londres, a 24 de Maio de 1819.
A 20 de Junho de 1837, com apenas 18 anos, Vitória ascendia ao trono de Inglaterra por morte do seu tio Guilherme IV, que não deixara descendência, dando início ao segundo mais longo reinado da história da Inglaterra e um dos mais famosos, que inclusivamente deu nome a uma era britânica, a Vitoriana.No seu diário escreveu: "Fui acordada às seis da manhã pela mamã que me disse que o Arcebispo da Cantuária e Lorde Conyngham estavam aqui e queriam ver-me. Saí da cama e fui até à minha salinha-de-espera (vestida só com a minha camisa de dormir), sozinha, e vi-os. Lorde Conyngham informou-me depois que o meu pobre tio, o rei, já não existia, e tinha dado o seu último fôlego doze minutos depois das duas da manhã e, consequentemente, sou rainha." Documentos oficiais do seu primeiro dia de reinado referiram-se a ela como Alexandrina Vitória, mas o primeiro nome foi retirado a pedido da rainha e não voltou a ser usado. A sua coroação aconteceu no dia 28 de Junho de 1838 e Vitória tornou-se na primeira soberana a residir no Palácio de Buckingham. Herdou as propriedades dos ducados de Lencastre e Cornualha e passou a receber 385.000 libras por ano. Sendo prudente a nível financeiro, conseguiu pagar as dívidas do seu pai.
Quando subiu ao trono, Vitória era uma estranha para os seus súbditos, mas à sua morte tinha construído uma reputação e respeito que extravasava as fronteiras do mundo britânico. De início, Vitória foi guiada, política e socialmente, pelo Primeiro Ministro Whig, William Lamb (1834, 1835-41), 2.° visconde de Melbourne, que manteve sobre ela grande influência até se casar com o seu primo Alberto, Príncipe de Saxe-Coburgo-Gotha, a 10 de Maio de 1840.
Até se tornar esposa deste Príncipe, Vitória foi educada pela sua governante de origem alemã, a Baronesa Lehzen, que aos 11 anos a advertira para o facto de ser uma presumível candidata ao trono de Inglaterra. O seu pai, Eduardo Augusto, duque de Kent, o irmão mais novo de Guilherme IV, morrera em 1820 quando ela era ainda uma criança, e a sua mãe, a alemã Vitória Maria Luísa, pouco habilitada a providenciar-lhe uma educação esmerada, deixou a criança entregue aos cuidados da governanta.
O casamento modificou completamente a sua vida, pois trouxe-lhe, ao que parece, mais alegria de viver, apesar de durar apenas até 1861. Nesse ano, o primeiro marido da rainha Vitória morria prematuramente, deixando 9 descendentes e um bom exemplo de vida familiar. O primeiro dos seus filhos, Vitória, veio a ser imperatriz alemã, e o segundo filho o futuro Eduardo VII.
A sua vida familiar repartia-se, para além de Londres, entre a Casa Osborne, na Ilha de Wight (mais para o inverno), e o Castelo de Balmoral (residência estival), na Escócia, comprado em 1852 e reconstruído segundo desenhos de Alberto.
O poder constitucional que detinha era limitado; embora as suas escolhas pessoais influenciassem as resoluções políticas e as escolhas de gabinete, ela não determinava a política. Alberto, que estava sempre a seu lado, particularmente em questões de política externa, usava a sua influência para persuadir Vitória a aceitar a sua versão do monarca ideal.
Os dois estavam em acordo na antipatia que nutriam por Lorde Palmerston e suas políticas, mas não contestaram a sua liderança. Ambos estavam preocupados com a política externa, sobretudo na questão que conduziu à Guerra da Criméia, tendo apoiado a intervenção das tropas britânicas no conflito. Em 1856, a soberana instituiu a condecoração Victoria Cross, para galardoar o militar mais valioso para o seu país, e em 1857 deu a Alberto o título de Príncipe Consorte.
Após a morte do seu marido, Vitória entrou num período de depressão e nervosismo, que deu azo a fortes críticas por parte da opinião pública e das autoridades. A rainha, no entanto, fez prevalecer o seu bom senso e manteve viva a monarquia britânica.
Vitória encontrou em Benjamim Disraeli, um Primeiro Ministro judeu e conservador que destituiu Robert Peel - um homem que o seu falecido muito admirava -, um líder que a encorajou. Foi este homem, Disraeli, que em 1876 convenceu o Parlamento, sobretudo a ala liberal, a passar o Royal Titles Act, conferindo à rainha o título de imperatriz da Índia.
Ao contrário de Benjamim Disraeli, a rainha não tinha grande apreço por um dos mais autoritários líderes liberais do século XIX, William Ewart Gladstone (1809-1898), com quem manteve diversos confrontos institucionais.
Em 1887, celebrou-se um dos mais importantes eventos do seu reinado: o jubileu, comemorativo dos seus 50 anos de reinado. Nesta cerimónia, a rainha compareceu em público, na missa da Acção de Graças na Abadia de Westminster, num evento que ajudou a organizar, e no qual estavam presentes representantes de todas as partes do império.
O Jubileu Dourado, celebrado 10 anos depois foi ainda mais grandioso. Na capela de S. Jorge, em Windsor, para celebrar o dia da Ação de Graças, foi cantado um Te Deum, com música da autoria do príncipe Alberto. Os festejos culminaram quando a rainha premiu um botão elétrico que telegrafou uma mensagem do jubileu para todo o império, tentando manter-se em contacto com as grandes mudanças do seu tempo, apesar de ser muito conservadora.
Entre 1897 e 1901 houve outra ocasião muito especial. Esta ocorreu aquando da visita da rainha à Irlanda em 1900, trinta e nove anos depois da sua última visita ao país. Esta porção europeia do império esteve no centro das políticas britânicas nos dias do Ministro liberal Gladstone. O assunto manteve a sua atualidade no novo século, e mantém-na ainda hoje.
A Guerra dos Bóeres, na África do Sul, iniciada a 12 de Outubro de 1899, arrastou consigo uma cadeia de insucessos militares e a oposição da Europa. Tal como no passado, a rainha apoiou os seus exércitos e festejou triunfalmente a quebra do cerco de Ladysmith a 28 de Fevereiro de 1900.
No ano de 1901, morreu na sua residência de Osborne, após prolongada doença. Uma das últimas pessoas a visitá-la foi o seu neto Guilherme II, o imperador germânico, que na Primeira Guerra Mundial lideraria a Alemanha contra a Inglaterra. O "kaiser" foi um dos familiares presentes nas pomposas cerimónias fúnebres. Fechava-se um ciclo da história britânica, o da "era vitoriana", e iniciava-se um novo capítulo.

Rainha Vitória de Inglaterra (1819-1901). In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013.
wikipedia (Imagens)


Ficheiro:Victoria in her Coronation.jpg

Vitória na sua coroação 
Ficheiro:Queen Victoria 1887.jpg
Rainha Vitória -1887
Vitória recebe a notícia da sua ascensão ao trono -Henry Tanworth Wells
Casamento da rainha Vitória com o príncipe Alberto